Um Tanto Faz …

(Um pensador humano escapou da boca da efígie)

Na ancestralidade humana …

Perplexo diante das intempéries da Vida o ser humano
aturdido por sentimentos intensos em seu íntimo e o rigor inescapável da
consciência … Viu o tanto faz da vida …

Para não esmorecer e para não desesperar projetou um
sonho em uma esperança pessoal;

A esperança pessoal de uma continuidade (e
sobrevivência) tornou-se uma fé compartilhada, e inventou algo mais duro que a
vida, inventou deus.

Porque de fato a vida não precisa de deus, como
também nenhum ser humano precisa e nem admite que crença alguma de outros
modifique sua fé própria (o modo com que justifica suas ações).

Assim, como sociedade, o ser humano criou símbolos
com os quais justifica o andar da vida.

A Sociedade (então organizada) preestipulou três prumos
simbólicos para coadunar suas ações: O Ponderador, o Executor, e o Legislador.

Através deles todos os conselhos se pautam e se
dispõem. Esses prumos estão intrinsecamente ligados à vida pessoal de qualquer
indivíduo (pois foram gerados dentro da reflexão do indivíduo da espécie
humana: desde o seu estado destacado em sua solidão à enormidade de vaidades
que o acompanha quando está envolto em sua associação civil); e esses prumos são
o norteamento da Educação e da Política.

Quando grupos de indivíduos apropriam-se de símbolos
para massacrar a sociedade em favor de seus grupos, a civilização se retrai
para reagir; porque sente a efígie soberana que criou para protegê-lo ameaçar a
si e à sua Civilização.

E a transformação social se impõe por ingene
constituição da mentalidade humana.  É o
fator que irrompe o Desenlace.

(quando, ao ver no negrume da garganta da efígie não
a fresta projetora de rumos e luminosidade, mas vendo os dentes fecharem sobre
si e sobre sua Sociedade, o pensador prumou uma agulha e espetou o céu da boca que
em avidez por morte e escravidão fechava, e a efígie estancou e reparou – em sua
feiúra — que não era maior que o vigor da Vida).

Pra quantas reflexões se fizer, em todas as idades, a
partir dos seis anos, este texto se propõe para ser lido.

Haddammann
Veron Sinn-Klyss

10
de agosto de 2010.

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Ruas sem religião, Cidades Sem-Crenças

Ruas sem religião, sem crenças, sem padres e pastores, sem suas "firmas" de espreitadores e sacrificadores; onde os infantes podem ir e vir livres nas escolas, e os pais sem o "temor" e o "MÊDO".
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Covardia do nosso Sistema Falido, por causa das Crenças.

 

    Meninas sendo mutiladas no reino unido; o nosso sistema social falido, entupido por crenças.
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— “Crença NÃO, sou sã, muito obrigada”.

O Homo Sapiens sapiens faber concious olhando as gerações até ele, chegou pertinho da água pegando com a mão em concha um pouco dela, e gritou pra terra:

Terra!  Quer este brinco de crença que fiz com meu canino?

— “Crença NÃO, sou sã, muito obrigada”.

A vida é como um relâmpago   Os que têm medo dela não provam-na, e suas fantasias os prendem ao que não terão jamais em lugar algum.

Vou fazer uma justa homenagem à Terra e um toque a nós seres humanos sobre o cerne do perigo que nós podemos estar sendo por nós mesmos, lisonjeando-nos com fantasias que nos depredam enquanto esquecemos o autêntico romance que é a vida em nossa bela Terra.

http://www.flickr.com/photos/gsfc/4386822005/

Vou postar este texto no blog de um dos primers da equipe do Projeto de Bem-Estar Integral & Cenografia-Show Passos da Natureza, porque chegou o momento de nos olharmos como seres sobre um monte olhando a planície com nossas gerações.

Quando as linhas correrem tragam em sinceridade os olhos que vimos e que foram deixados de nós abruptamente, como os de Ayrton Senna, Bruce Lee, Michael Jackson, Américo Tordóya, Nikka Costa, Diana Spencer, John Kennedy, John Lennon, ou seu filho, ou sua amiga.

O cerne mais visceral dos problemas de nossa Civilização é esse:

Vemo-nos no folguedo de um arraial todo enfeitado, feito num descampado; e ali a gente vê um evento, uma situação, muito interessante.  Foi proposto que se levasse uma lata de vinte litros cheia de água por uma distância de 50 metros. E entre tantas pessoas, três delas ganharam bastante torcida.  Uma era uma fiel-em-crença, a outra uma pessoa distraída no modo de viver (que só  queria levar a vida sem maiores pretensões), e a terceira  uma pessoa-cientista (que dependia de si própria em tudo para produzir subsistência).

E havia um prêmio disposto pra o empenho na carreira deles ali.

O fiel-em-crença foi vestido com a roupa mais vistosa que tinha, o distraído nem ligou, ele queria era se divertir, e o cientista conseguiu ele mesmo uma roupa leve e reforçada nos pontos de atrito com a lata.  O fiel ficou com um sapato fino, de melhor couro, e sola lisa de festa de requinte; o distraído nem sequer ligou pra sapato, encarou a etapa com pé descalço mesmo; e o cientista ajustou um tênis que dava pra tocar a tarefa.

Na hora de começar, as três latas iam ser colocadas frente a cada um, todas com a mesma cor, e cada uma com vinte litros d’água.

Então de cada torcida saiu uma tropa pra empurrar (verificar as condições de seus respectivos representantes). 

A Terra e a nossa Civilização eram os conseqüentes finais que arcariam com os resultados e custos desse interessante evento. 

Os mandantes–de-crenças e sua tropa pediram um adiamento pra fazerem seus rituais, e convenceram as outras torcidas a assistirem uns rojões e a tomarem poções para terem confiança, e carraspanas pra se alegrarem mais do que todos já estavam.

Enquanto muitos estavam envolvidos com suas esperanças, os mandantes-de-crenças e os mais-fiéis de suas tropas tomaram-se da “proteção” da “vitória”; pois julgavam-se os mais importantes e o seu carregador-representante tinha de ser mais que os outros. 

O cientista percebeu alguma coisa naquele pretexto, pediu que se desse alguma atenção àquele procedimento, mas estava já todo mundo conformado. 

Então, por “milagre” a lata do fiel-em-crença se transformou em lata de papelão pintada com a mesma cor das outras, e vazia.  A lata do distraído estava justinha com sua cor e seus vinte litros (qualquer um que quisesse pegar podia ver e conferir).  E a lata do cientista foi “amaldiçoada” com conteúdo de chumbo, mas pintadinha com a mesma cor das outras (e de certos jeitos as pessoas eram desencorajadas a chegar perto dela).

Todos dispostos.  Lá estavam os representantes de suas fumegantes torcidas indo pra seus objetivos.  O distraído se esforçava o quanto podia; afinal depois de uns vinte metros a lata se torna bem difícil de carregar, mas ele ia indo, e sua torcida gritando.  O cientista mal pegou na lata, já arriou, olhou pro lado, e sem entender saiu se arrastando; e o pessoal se acabava de rir dele (até sua torcida logo se aborrecia “mas que sujeito murrinha e fraco esse”; “ele vai deixar o treco cair”).  A tropa dos fiéis-em-crença aproveitava e botava  côro, “que irresponsável, vai ver que tá cheio de cana”, e aconselhava e “trabalhava” a irritação das outras torcidas (“deve ter se esbaldado ao invés de ter orado e rezado como nosso representante”).  E gritava esponjada e empertigada: “Olha lá o ‘escolhido’!”.  E vinha ele, o “abençoado”, saltitando, jogando as pernas pro alto, assoviando, segurava a lata com uma mão só.   A torcida dele ia ao delírio, “Esse é que é o forte e poderoso”.

Nem do lado da tropa do cientista ninguém, mesmo vendo o fiel-em-crença quase girar a lata na ponta do dedo, se dava a refletir que aquilo tava exagerado.

E indo só uns quinze metros, cada um já recebia em baldes o que as torcidas assim provocadas achavam que mereciam.

E os professores torcedores dos cientistas ficavam mudos, cabisbaixos, não entendiam nada porque aquilo acontecia assim; enquanto a torcida do distraído se resignava e embalava dizendo “toca isso de qualquer maneira pra frente”.

Esse, meus caros, é o quadro e o resultado que temos: o fardo de nossos labores muito mal-pagos, nossa feiúra (civil, psicológica, e física), nossas cidades caídas, nossos rumos sob uma expectação muito ruim, que nos leva à cama incertos sobre nossos filhos, e nossos dias, pois a todos e a uns aos outros podemos enganar, mas a Natureza só nos diz: “Não é Assim”.   

Haddammann Veron Sinn-KLyss

25 de julho de 2010 – 21:56

 

 

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Número Primo — Arte e Natureza

e-book Número-Primo--Arte & Natureza

O que ninguém nunca soube sobre os números-primos e as aplicações deles.

Você vê como obter esta ótima obra no blog Gene Klyss …
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O Efêmero Luzir da Ganância e da Usurpação.

Não importa que informações e coisas  preciosas  (tomadas e usurpadas das pessoas)  levem você a conseguir inimagináveis conquistas, pense sempre que a falta de escrúpulo leva inexoravelmente a isso aqui: http://www.youtube.com/watch?v=2PwpOmjAu1M
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O Discurso da Vergonha, da Revolta, do Repúdio, e do Brio Humano.

O que você faz com seu filho? O que você faz com você? O que você faz com os outros?

Alguns discursos em muitos blogs e sites de céticos e afins têm a gentileza de hospital, com o cuidado dos que viram as décadas de 90 e 2000 serem atacadas pela ‘nova’ cruzada que destroçou todo o campo psicológico da Sociedade. Quando nós, movidos por consciência em 60, 70, e 80, estávamos em várias transformações civis, num período crítico de transição da evolução civil (no Planeta); fomos malandramente ‘ferrados’ por um ardil estúpido, violento, virulento, que solapou nossa vontade civil e nos amordaçou apáticos como cordeirinhos de tosquia. Mas os tempos são hoje outros, e o tempo urge, e a Natureza reclama implacavelmente; para atinarmos pros ares dos ventos e não ficarmos só acessando blogs nos distraindo e tirando sarro com uma desgraça que enforcou nossa Sociedade de vez. Estão nos bitolando num formato esquisito dum disfarçado nazismo-teocrático que insufla dissensão, açula ódio racial, ‘justifica’ a pilhagem civil pelas crenças, camuflando a crescente miséria, enquanto os líderes divino-políticos impõem uma submissão de garrote nas gentes, e repassam descaradamente entre si as castas e os feudos, fomentando mêdo e vigia insuportável sobre vida pessoal, família, empresas, clubes, imprensa, entretenimento, etc.

Que olhos olham nossas contas nos bancos? Marcam nossos horários nos condomínios, abrem e extraviam nossas correspondências? Julgam escondidos os estudos nossos e de nossos filhos? Com que intentos nos ‘protegem’? Somos tão estúpidos que precisam indicar filmes com bulas como remédios? As tantas ‘proteções’ não vêem o que está ali na cara de todos? Quais mesmos os que queriam que vigiássemos tanto os nossos filhos? E que os vizinhos tanto nos vigiassem? Tantos olhos e travas e ferros e correntes; tantas câmeras e os crimes crescem, crescem.  O que se fêz do discurso de Severn Suzuki? Por quê mataram Senna? E Michael, Lennon, Lee, Tim, Russo, Cazuza, …?   É isso que merecem os que fazem evoluir a espécie humana?

Se você é conivente com isso, e acha que tais informações não servem pra consideração de seus filhos, de seus amigos, tenho a oportunidade de lhe dizer: Você não tem brio humano.

Então podemos, se quisermos, ter coragem pra perguntar: O quê que aquele montão de elementos fica fazendo lá dentro daquele monturo chamado de vaticano? Acham mesmo que esses elementos ficam "rezando", todos ‘bonzinhos’ o dia inteiro? O que fazem ali dentro? Hoje ainda esses fomentadores de desgraças insuflam desgraçados a invadirem casas com cruzes e tochas de fogo. Então, nós temos que ir lá também, e arreganhar aquela presepada toda e fazer darem conta do porquê daquilo, desse troço, dessa aberração social, com regalias insanas na Sociedade. Vamos cobrar o valor e o brio civil dos seres humanos torturados, assassinados, estuprados, e massacrados, por eles.  E vamos ver outro negócio aqui: E essa dinheirama que esses opulentos pastores comem dum mundo de pessoas covardemente enganadas, pra onde vai? Quais são os que a repartem, e em que miolos escondidos eles se aconluinham? Quanto sangue eles requerem de nós? Quanto de nós eles roubam?

Porque a Natureza está mostrando aí em tudo que não temos condições para nos suster frente ao que nós mesmos fomos levados a fazer com o clima (com o Ambiente), por tirarem de nós sistematicamente a educação prestada pela Ciência, os recursos que teríamos pela Tecnologia.

A situação é essa: A Física não está como deveria estar. A Sociologia idem. A Arte, a Engenharia, a Arquitetura, …, dão sinais de atraso e incapacidade de assimilar até os conceitos mais pueris, num esgotamento e impropriedades alarmantes. Vemos cidades empinadas por mentira midiática em favor do Turismo, mas nelas as pessoas vêem coqueiros morrerem reclamando um cadinho de vida, e gente esmulambada pedindo, pedindo, e dormindo no frio gelado, enquanto um montão de enganados senta a bunda em bancos ‘divinos’ pra ouvir canalhices, putarias, difamação, e pouca vergonha camuflada de oratória ‘salvadora’, cheia de ‘caridade’, e ‘moral’, e ‘respeito’, e ‘ética’, e pouca vergonha na desgraçada da fuça.

Sabemos, estamos de olhos arregalados de constatar, que esse modo aí que estamos vendo revirar as nuvens quando armam-se em tempestades, que não é o modo que a Natureza se comporta. Estamos vendo, estamos tomando por dentro da cara, e não arredamos pé um pouquinho pra repensar nossa deslavada condição civil. É por aqui, o que temos pra dizer acerca de nós.

Nos enfiam caricaturas e aberrações de (nossos) representantes pela nossa goela, para nos manter sob um tutelamento insano, num estado letárgico, como bichos morrendo ensopados numa lábia de formol,

Perante o porte de uma Civilização como a nossa, só dementes usurpadores acham que vamos continuar arriados como bandos de escravos idiotas. Não sabem o que fazer, não estão sabendo o que fazer, e vão nos levar à derrocada civil, como completos irresponsáveis.

Somos seres humanos e temos que ver nossas contas acerca de nós mesmos. Quando aqueles pais ganharam aquela causa da palhaçada do criacionismo dentro das escolas, nos EUA, em 1987, e quando o Pensador Haddammann, rapaz ainda, em 1985, no Brasil, foi ‘observado’ por pulhas mandantes da vida das pessoas, quando começou a apresentar a Lógica Espacial (nas escolas e Universidades), afim de assegurar a transição da evolução de um modo que não fosse pelas vias do embate bélico, para que estudantes se preparassem para um momento de atenção para o que colheríamos pelo que estávamos renitentemente fazendo com nossa mentalidade e com nosso Planeta, desde então a gente chegou NISSO que está aí.

Para terem idéia notem frases que eu colocava contente nas minhas exposições, e pelas quais os CANALHAS intentaram, premeditaram desgraçar-me … (mas eles vão pagar … Desgraçados) …

"Toda época tem um ponto de tensão. Um ponto vital de transição da evolução. E nesse ponto, um conjunto de fatores concorrem para determinar o avanço da humanidade. O avanço social, tecnológico, e científico. Dentre esses fatores estão os conceitos. A preponderância dos conceitos sobre os outros fatores está em que eles fazem evoluir a mentalidade do Ser Sapiens sapiens faber-psi. Eles vêm na Arte, na Moda, na Engenharia, na forma do Direito. E nos livros que competentemente os representam, veiculam, os discutem, e os ensinam". Assim foi indicada a Reflexão, e o que fizeram?

"Ao ver a Lógica Espacial em ação vemos que a puntual-energia é como o homem (ou como a mulher); que ora é pai(mãe), ora é filho(a), é irmão(ã), é amigo(a), etc. A femina-parceira não se dirige a ele como filho, nem a filha a vê como filho ou irmã. Ele(a) é em todas as ocasiões um homem (ela, uma mulher), mas tem(têm) funções diferentes, e respostas diferentes, conforme a circunstância em que está (estão) identificado(s)". Quando foi traçada a base conceitual dessa realidade, e colocado os postulados do par-energia ante Físicos, para constituirmos melhor nosso Conhecimento e nossa consonância com a Natureza, o que nos deram não foi a educação, foi o pavor.

Esses ‘caras’ têm que aprender que certos homens não têm preço; e não importa que tenham nove ou quarenta anos, eles não curvam e nunca curvarão a cabeça, pois têm investido em si o brio de nossa Civilização.

Numa estrutura se o ponto que suporta pressão arrebenta, toda estrutura acaba (hoje o indivíduo humano é o ponto). O ponto tem que ser mais importante que a pressão. O ser humano tem de ser mais importante que a pressão do Sistema Social.

Sobre mim, para o caso de sermos surpreendidos(?) por quaisquer fenômenos com a felicidade de haver sobreviventes de nossa espécie, nenhum vai dizer: "aquele foi um covarde em sua geração", nem um babacão que se deixou usar e submeter por um Sistema Falido.

Haddammann Veron Sinn-Klyss

21:08 25/5/2010

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