Liberado Pra Rir. Uma folga …

O Folclore de Tim Maia no Rio e a Estátua Francesa no Morro.
(dedico este texto-comentário-piada à Nadia Jung e à Lordello do blog Sem-Religião).

Antes um lembrete: São já bem mais que 12.000.000 de Non-Believers só no Brasil;  não somos mais tão poucos e nem tão frágeis, e temos muito mais que apenas QI e intuição, temos o puro-suco da Rellexão.

Conta-se que Tim Maia dominava a Orla do Rio traçada folgadamente Do Leme ao Pontal.  Os fãs das madrugas boas afirmam que lá pelas 01:00h alguém dava o toque que o Tim acabara de chegar na casa dele; ninguém arredava pé da casa de show; e lá pelas 02:00h um recado do Tim avisava que ele não ia, que a galera tinha de voltar noutro dia. Quem reclamava?  Ninguém. Nem pegavam o dinheiro de volta.  Voltavam lá no dia e o Tim aparecia, e era “a Festa”.   Diz o folclore ainda que numas da “night” ia o Tim embalando o Vale Tudo; botando qualquer e todo tipo de discriminação pra outros quintos, quando alguém lá do meio da balada reclama: “Pô! Tim … Tu tás dizendo que não vale hômi com hômi e nem mulé com mulé, mas tem um quinteto ali sinistro.  Vê! …

O Tim olhou a parada. Voltou-se pra Vitória Régia (que não queria nem saber botava o som quente mêrmo), e mandou: “Pára Tudo! “ … Desceu o palco, chegou , e perguntou: “Aqui, criatura, diz pra mim, na boa  … Tu és viado? Resposta: “Não”.  Tentou de novo: Tu és lésbica?. “Não”.  Então, quê? “Sou sapatola”.  O Tim rodou olhando em volta, coçou a cabeça, e viu o Neguín da Beija-a-Flor por ali; chamou-o  no sapatin e disse: “Caralho, Neguín, êh agora!?  O Neguín  olhou a colocação do encaixe do quinteto e a coisa ficava assim: A sapatola no meio, depois uma mulher, depois um homem, uma lésbica, e um viado.  Aí o Neguín falou: “Tim, o negócio tá legal; note;  não tem homem com homem e nem mulher com mulher; e o círculo tá evoluindo bonito.

O Tim voltou pro palco, acenou pra banda, e mandou: “Bota Quente! Liberou geral!”

Aí vem aquela estória da estátua do cabeludo de braços abertos lá em cima do morro.

Neguin e branquin andaram atarantados com um zum-zum-zum (não o da Elza) de que um francês flagrou um americano na hora em que se acabava de felicidade nesse show do Tim Maia e num camarote do Sambódromo.  Memorizou-o apaixonado pela alegria do Rio e com os brações abertos querendo abraçá-lo.  Daí correu pro estúdio, fez a estátua, e mandou-a pra nós.

Mas olhando bem.  Seria legal também se lá em cima estivesse a Globeleza, ou a Dilma ninando a Marina no colo, puxando o lulinha com um aviãozinho, um gamezinho, um cachorrinho, e um embrulhinho esquisito na ponta da fileira; ou até melhor: se tivesse uma sambista do Salgueiro descendo até o chão, com o foco de um holofote travado no ângulo do ponto G; ou o escudo do CFZ.  Bicho, Maluco, Brow, isso seria de lascar; bonito bagarái.

E como o povo não é fácil, e acrescenta mêrmo, sem dar conta de tempo e os cambal, vai daí que correu pelo lado que vê a coisa dura e pegando, que a verdade, verdadeira, é que o americano ao ver mulatas passando na Avenida, abria os braços e gritava como um menininho: “Quero uma, quero uma!”;  chegava a aguar.

E agora bem na horinha do almoço, o que vejo?  Uma mulher tirando uma onda que, lembrando o Rappa, não sei se tinha tanta condição.  A guria pilotava o carro simplesmente com os dois cotovelos no volante, tirando uma espinhazinha danada de folgada que não podia nem um pouco esperar.  Aí lembrei do restante da estória.

Acontece que o americano era meio que gurizão, e segundo a turma que faz a graça popular, tinha acompanhantes responsáveis.  E enquanto ele os puxava naquela agonia toda, o homem resmungou: “Que garoto destrambelhado! Isso aí não é empresa petroleira não!”.  E a mulher perto dele (não se sabe se era a Hillary) disse: “Espera o Obama chegar lá, mas ele não está querendo banana do Brasil mais não, e tem um cara lá que vende tudo, até o Brasil que já botou no nome dele".  

 

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Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
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