Talvez, por algum valor, tenhamos que tentar desfazer a estupidez que fizemos.

Pela desmesura dum “podrer” daninho a qualquer povo fomos levados a isso, que tá aí, hoje enlameando e emporcalhando o Brasil.

E tudo tá assim por quê? … até os garotos e garotas foram “amansados” com remédios com a conivência dos próprios pais ludibriados pelos espúrios intentos dos mandantes “divinos”. Não adianta nem você ter dinheiro, é um cubículo caríssimo, travado de câmeras e aferrolhado de grades, o que esse brazil “rico” lhe força morar. Cientistas e professores com tanto a fazer são “adoçados” a não darem importância a dinheiro, e um bando de pulhas com auréola de vagabundos na cabeça se esbaldam espremendo a nação em feiúra e miséria.

Todos os dias vemos gritos, choros estraçalhados e gemidos, mas os risonhos “abençoados” na sua ‘paz’ entopem nossa medíocre vida com estúpidas diversões, já mais que falidas por tanta falta de talento; pois tudo que é genuíno nos tiram e só nos enfiam pela goela os restos de segunda-mão, que se perguntássemos se venderiam a mãe pra aparecer, completam: “Vai querer em pedaço ou em fatia?”.

 

Era pra ser Brizola, agora desponta tardiamente Aécio; talvez por valor tenhamos que tentar desfazer a estupidez que fizemos  … se a Natureza nos der tempo …

 

A Natureza Esfrega Cada Vez Mais na Nossa Cara …

 

O Brasil não é Vermelho; nem é pátria de Nazista; e nem será de “Senhor” ‘esperto’ ‘no controle’. Esta terra não é bueiro pra dar refresco à sujeira de vagabundos do Vaticano; nem pra ‘rendez-vous’ de pastores desgraçadores da vida de desesperados-crentes (que penam séculos infindos sob a lábia desses parasitas mentirosos). Este solo não é pano-de-chão do reino inglês e nem continuará cheirando o podre escurecimento e a canalhice que esgulhepa o povo de lá.  

 

Este chão não é antro pra pulhice de crenças escumar aqui sua podridão.

 

A Natureza prontificou seu determínio: não se acomodorá ao crescimento da deslavada fuça de pulhas que vomita suas aberrações sobre a cabeça das gentes, jogando  uns contra outros, numa infinda trama de fazer as pessoas viverem espavoridas, atônitas, desmesuradas em feiúra individual e civil, por terem tiradas de si todas as oportunidades de em tão curta vida não terem sequer nem em único instante o gosto pleno do direito de serem seres humanos autênticos, vivendo de seus merecimentos, usufruindo de suas dignas funções; sem terem que estar como capachos, de manhã à noite, empurrados como bois, ovelhas de tosquia, massacrados até no direito de ir-e-vir, no direito de estudar o que presta, no direito de dispor de formidáveis hospitais.

 

Tudo, tudo nos é tirado, tudo nos é fornecido com enganos e em migalhas. Vivemos uma vida de desgraçados; por mais que trabalhemos e sonhemos só o que temos é a fantasia que nos mostram: carinhas de “outros” em “risinhos meio ou todo fingidos”, que no fundo descobrimos serem uns miseráveis coniventes com as imposturas com que pintam as palhaçadas para nos iludir por quase toda a nossa vida.

 

Não é mais só você ou eu, ou um comentário que nos incomoda; é a Natureza agora que mostra que já não nos suporta. Cadê os “espertos”, onde está o poder dos dissimuladores, dos usurpadores de nossas riquezas, dos roubadores de nossos produtos, de nossos préstimos? 

 

A moça chorava perguntando lívida como é que um hospital não tinha um gerador (de eletricidade); mas ninguém ousava perguntar onde foi parar tanto dinheiro que levantou tantas suntuosas igrejas sem serventia alguma pra Sociedade. Essas coisas imensas, horrorosas, e usurpadoras, com bocas arreganhadas diante de nós pra enfiarmos nossos pés e atolarmos nossas cabeças davam pra todos os geradores, todas as escolas, todas casas que mendigamos aos “espertos” como nossos direitos.

 

Nunca aprendemos, porque de pequenos eles nos aliciam, nos infectam, nos viciam, tiram o viço de nossa presteza, de nossa beleza individual plena, de nosso valor civil.

 

Tomara que Humanistas, Céticos, Ateus, Agnósticos, se tornem menos invisíveis do que o tão malfadado deus e os tão mesquinhos e esganadinhos deuses com seus coacervados de parasitas pedantes, prepotentes, e inúteis que temos tido com tanto prejuízo de sustentarmos, à custa de todas as nossas desgraças desde o berço à nossa lágrima consciente que verte com nossos cabelos brancos.

 

Parece que nunca nada poderemos fazer; mas nossa espécie não chegou até hoje tão destruída, tão estropiada, à toa …

 

Haddammann Veron Sinn-Klyss

Nota: Encontro de Não-Nascidos-Para-Crença na Barra/RJ – vamos promover isso.

 

 

 

 

 

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Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
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