Extensão do Dossiê Haddammann

O olho que te vê.

(Parte Um)  (Extensão
do Dossiê Haddammann)

 

Seguramente uma coisa
que o ser humano mais deve sentir asco na vida é a espreita, a vigia, o olho
que esgueira … A sensação de não ter liberdade, de estar como potencial
culpado, um iminente criminoso, um ‘capaz’ de fazer ‘o mal’ a qualquer
instante.

E as ruas lotam de
câmeras em cima de todos, sua vida numa sociedade ‘tão moderna’ é mais presa do
que a dos homens das cavernas com mêdo dos animais ferozes.

Quem e o que então
nos vigia?

Esse é o foco deste
texto.

Quem é o seu tutor?
Até então nem sequer foi cogitado por você mesmo que uns aí se tomaram do
esquisito problema psicológico de que São Mais Melhor de Bons para nos vigiar.
Quem são os que nos vigiam?

A que raios de
cabeças estamos presos mesmo fora das prisões, e que cabeças prenderam muitos e
criaram tantas prisões? A que gigolô psicológico estamos nos vendendo,
prostituindo nossa liberdade de viver, nossa civilidade, nosso bem-estar?

Alguém embaixo de sua
janela passa com um cachorrinho, pra lá e pra cá, como quem não quer nada.
Alguém que não tem nada a ver com a sua vida pergunta lá na esquina sobre você.
A quem interessa isso? Isso é Sociedade?

Agora nós é que vamos
olhar pra isso; sim, vamos olhar pra isso que nos olha, devagar.

“Havia algo de insano
naqueles olhos …” (Nenhum de nós). Que olhos são esses? O que e quem se
presta a nos prejudicar? Faz de graça? Que ‘bondade’ é essa que nos espreita?
Que ‘segurança’ é essa que pré nos incrimina? O que esses ‘protetores’ olhos
querem de nós? Nós os conhecemos? Ou só eles nos conhecem? Vêem tudo de nós,
mas nós sabemos onde estão, o que são? O que estamos sustentando com nosso
próprio aprisionamento?

“O que está olhando
pra você …”?

Quem e o que está
insuflando a violência e o nosso sofrimento, como sacrifício para sobreviver
dela, para lucrar com a nossa desgraça?

 

 

Suzane von Richthofen, O Hediondo “Sacrifício”. O “Formato”
Da Injustiça.

 

Quisera que ela tivesse nascido pensadora (uma investigadora
exímia da Natureza), e talvez poderia ter saído de tal túnel em que a
embrenharam. O jogo da manipulação do mais alto engendramento de domínio de um
numeroso povo recai sobre um simples e único indivíduo, armando uma sombra de
expectação, medo, para imposição de uma ‘disciplina’, para que se tenha na mão
dos que se dispensaram de todo o escrúpulo, a arma da ‘moral’ e a do ‘respeito’
fabricadas tão ignominiosamente pelos manipuladores para nunca servirem a quem
pensa que as têm e dubiamente estarem arranjadinhas para destroçar os que pensam
que o escrúpulo é um suporte, um esteio. Porque a mira dos que ‘trabalham’ a
vida alheia como reses, como fonte de lucro, como instrumento de imposturas,
apanham surpresos os que imaginam, ou imaginaram, que tivessem como reserva de
sobrevivência a dignidade.

O ‘jogo’ que apanhou essa garota, pegou Ayrton, pegou Pelé,
pegou Abílio Diniz, pegou o Sílvio Santos, o Tim Lopes, o Marcus Menna, o
Maestro Fleverson, e o coração e as entranhas de um pensador que nada, a nada
se expunha para ser ‘escolhido’ ou mirado pela vista dos atormentadores da
civilidade humana que maquinadamente tecem as tramas desse ‘jogo’.  Enquanto a Civilidade Humana adular e
sustentar com regalias os que se auto-proclamaram usurpadoramente como tutores
e ‘aconselhadores’ da nossa vida, pela 
‘esperteza’ que os faz borrar pra nós a fantasia de uma altíssima
mentira, enquanto isso acontecer, descambaremos como Sociedade; e sentiremos
sempre o gosto repetido de extinção de cada 
uma de nossas Civilizações.

Quando nossas riquezas e propriedades produzidas por nós com
esmero trazem contentamento, e pensamos que a dignidade de conseguí-las nos dão
suporte, aí vemos o espreitar das máfias, que se avolumam em ganância e em
inumana insanidade, e todos vêem vidas, desastrosas vidas, rolarem em sofrimento
sem explicação alguma que alinhave pra alguma gente sã  como são tomadas de nós nossas felicidades. E
os insanos se esbaldam na confusão, no alarido, no fervor da estupidez
ludibriada, que esquenta o caldo da feiúra que desgraça a beleza da vida humana.

 

Susane von Ricthofen, garota, uma menina da mais desgraçada
geração vítima do deslavado “sacrifício religioso moderno”; para impor o
“formato” da “disciplina” religiosa; que apanha QUALQUER UM que possa ser
“visado” como “não adequadamente submisso” aos ditames dos “mandantes”das vidas
das pessoas; os “ditadores de verdades inventadas”; os famigerados parasitas
religiosos.

Quando o povo andino deu-se conta de como estava sendo usado
e dizimado pelos sacerdotes refestelados como nababos sobre a desgraça do povo,
e quando deram em cima desse vírus parasita já era tarde, tarde demais, porque
já haviam mais uma vez destruído a mentalidade, o viço, a riqueza, de outra
civilização.

 

Só um espúrio conluio pode sustentar hoje um tal
descaramento de mentiras ser enfiado à força na cara de todos; e com tais
‘latas’ estanhadas que ninguém, nem bandidos, acreditam que tal monta de tal
hospício possa subsistir como Sociedade.

 

 

ANOTAÇÕES EXTRAÍDAS DOS ESTUDOS SOCIAIS DE HADDAMMANN VERON
SINN-KLYSS.

 

Fatos para a Lei e atenção da Justiça – (do íntimo humano e
da aparência social).

 

Escrúpulo – o que não tiver este parâmetro na consciência
atua inevitavelmente para o prejuízo da cidadania livre, a que tem princípios
para orientar a vida em liberdade.

                 — o
escrúpulo é a expressão da reflexão dos limites dos princípios.

Princípios – são parâmetros de ação que estipulam proteção
individual e coletiva para que haja ordem na liberdade.

Ordem – a ordem é proposta por diretrizes que dão
possibilidades aos movimentos livres manterem a estrutura social.

 

As duas primeiras importâncias acima são categoricamente
subdivisíveis – são importâncias entre o visível, o sensível e o reflectível;
que determinam a priori o valor duma palavra que se apresenta num juízo, e o
merecimento do valor identificativo dum cidadão.

As linhas de ação perniciosas na sociedade iniciam-se
fundamentalmente em relação a essas duas importâncias (que não se mostram muito
nitidamente; por mais paradoxal que isso possa ser), pois essas linhas se
camuflam facilmente na ‘transparência’ da normalidade.

 

A vestimenta da ‘normalidade’ (com seus enfeites e
defensores esquizofrênicos de ‘moral’ e ‘respeito’) pode esconder indivíduos
sem escrúpulo algum, que se “apegam” (se adaptam) por interesses com muita
facilidade.

 

Exemplo de falta de escrúpulo:

Um adolescente, filho de um prestador de ‘segurança’ ‘zeloso’ do ir e vir dos vizinhos, e de uma revendedora
de roupas a domicílio fervorosamente religiosa, expõe assim seu pensamento:

            –Se eu tiver sozinho com um amigo,
e ele tiver com um ‘bolo’ de dinheiro na mão, e eu tiver com uma faca, eu furo
ele, meto facada nele, e fico com tudo. Ninguém vai saber mesmo.

Esse visgo poluído e contaminante que corre nesse ser,
expressa um perfil em sua família, em sua educação, e em sua atitude vital.

Este indivíduo tem todo o amparo da normalidade. Andará com
o filho de alguém cujos pais atentos a coisas superficiais não desconfiarão.

 

Esse lamentável fato mostra a idiotice embutida na crença do
ôlho que ‘tudo vê’; cujos ‘crentes’ sabem que eles próprios são os que vigiam,
espreitam, que vêem e armam as ‘oportunidades’ de causar prejuízo; e mais que
quaisquer outros seres humanos sabem perfeitamente que o ‘altíssimo’ e nocivo
‘olho’ é cego e protetor dos mais ‘adaptados’ a artimanhas.

 

Na ruptura da barragem do Piauí/BR o repórter mostra uma
igreja completamente destruída, pessoas simples categoricamente humildes em
estado de sofrimento sem cabimento de culpa; e em meio a tanto impacto
destrutor um imbecil se põe como ‘galardoado’ porque uma arvorezinha descendo
na enchurrada ‘aparece’ como ‘divina’ mão que protege. Milhares de desbrigados
e muita calamidade com agravo de supressão de vidas; e o ‘estúpido’ ‘abençoado’
se dá a ‘agraciado’ pelo ‘olho’ que o viu como tão ‘boa’ criatura. ‘digna’ de
salvamento. Esse pensamento egoistamente nocivo, daninho à presteza de
cooperatividade civil com a vida de outros seres humanos, mostra bem o fruto do
que colhemos com a ‘boa’ educação dos ‘mandantes’ das cadeias religiosas.

 

Mas, de todo esse acervo de lições, felizmente já sabemos
por nossa evolução que não é a força e nem o mais ‘adaptado’ para tecer
embustes, que faz o sustentamento da Justiça.

 

Um adulto não tem condições de “acessar” o pensamento de um
adolescente se tiver ascendência sobre ele. Nenhuma pesquisa familiar, social,
consegue a veracidade do íntimo deles.  A
não ser em seu habitar, no meio de todas as direções em que vivem.

 

EM SUMA:

 

A Natureza é firmada pela Justiça.

Quanto mais apta for uma pessoa a apreender a performance da
Justiça, mais será ela capaz de exercer a amizade e a cidadania.

Apreender a paradoxal performance da Justiça implica
compreender os princípios que estabelecem o ESPAÇO; quanto mais consciência uma
pessoa conseguir sobre o Ambiente Espacial mais próxima da Justiça ela estará.

 

Do preestabelecimento da Justiça nasce a ordem, a forma, os
ciclos construtivos e as evoluções.

 

Uma noção esclarecedora sobre os princípios que estabelecem
o ESPAÇO e que podem promover um suporte para a vida humana (individual e
social) pode ser vista através dos reminiscentes textos dos livros quase todos
destruídos, usurpados, que erigiram a Sabedoria da Física Sem Fio, da obra O
ESPAÇO e a Procedência do Movimento, do sobrevivente autor Haddammann Veron
Sinn-Klyss.

 

Domingo, 31 de maio de 2009 – Rio de janeiro/Barra- Brasil.

Anúncios

Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
Esse post foi publicado em Health and wellness. Bookmark o link permanente.

Uma resposta para Extensão do Dossiê Haddammann

  1. Haddammann disse:

    Não há cabelos brancos, e nem há jovens, na nação … só há mastros a meio pau cujos filhos só servirão para a extinção da Civilização; as mulheres perderam a faceirice da feminilidade e a transmissão do porte psíquico da espécie agoniza a derrota do que foi mais uma valorosa espécie que sucumbiu à sanha dos parasitas. O sofrimento esfola as nações e flagelos e anencéfalos bestiais se esbaldam em folguedos e delírios de uma santidade nojenta e repulsiva.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s