Como Separar um Empecilho da Mente

Uma coisa que prejudica muito uma pessoa
é o que interfere DENTRO de sua mente.

O que fere a mente de uma pessoa vem de
sentimentos QUE NOS CONTRARIAM profundamente.

Os ferimentos que adotamos em nossos
pensamentos podem afetar-nos de tal maneira que podem tirar toda chance para
nossa felicidade.

Toda a constituição corporal do Ser Sapiens sapiens Faber Psi (por ter se tornado consciência) faz dele um ser psíquico.  Um ser psíquico pode tornar um pensamento em EMPECILHO
que prejudica a mente e sua vida.

Instalando-se um empecilho na mente é
difícil tirá-lo. Um empecilho na mente é aquilo que alguém de modo algum quer
ter (nela).  Os empecilhos vêm com o que
encontramos durante a vida; alguns deles são terríveis. Ficam nos machucando,
machucando, sempre nos machucando.

Há uma maneira eficiente de se escapar
deles. É uma técnica de se sanar deles; de terminar com a contrariedade deles.
E resume-se em fazer desaparecer a contrariedade que está neles.

Essa técnica tem restrições: ela é
válida para traumas, mágoas, e dores psicológicas lancinantes. Mas não é
aplicável a experiências que, mesmo dolorosas, serviram para nos fortalecer. Só
nós mesmos pessoalmente sabemos a dose certa, nossa, de cada um.

Há um fato que nos importa muito.  Não há vida para a mentalidade consciente sem
POESIA.

A poesia faz com que uma caverna seja
adornada do incógnito, que provoca um calor estimulante.

A poesia faz uma entrada não ser uma
mera via, mas um prazer.

A poesia faz algo machucar e/ou extasiar.

A Natureza em seu ápice evolutivo utilizou
como
constructor o valor poético para saborizar a consciência.

E é daqui que partimos: o adornar uma
importância e/ou um  fato conjuntural
provoca também a oportunidade do perigo psicológico. Porque abre margem para a
fantasia descabida ou o volume grotesco e desmedido que causa dor,
insatisfação, viciado dissabor; ou seja, o que tem o incômodo nos prejudicar.

Os “espertos” e donos do parasitismo do
âmbito psicológico humano tiveram noção disso e engendraram uma perseguição
psíquica à nossa espécie que vem sendo disseminada há muitas e muitas gerações;
e isso chegou a tal estado que se assinalou para nós a inviabilidade das atuais
condições humanas na própria Terra. Estamos marcados por nossa própria submissão
à esperteza dos que enganosamente nos destroem desde tenros infantes. 

O que vai nos servir neste resultado de
esmerado estudo é não só nosso conforto pessoal, conosco mesmos, mas nosso

bem-estar integral como Sociedade e Civilização.

Então;

Tendo alguém um empecilho na mente não
pode combatê-lo com força, e esforço da mente. Se fizer isso, assim como um
tantinho de tinta pode virar um borrão e manchar toda uma superfície, também
pode contaminar todos os seus pensamentos com um empecilho que se quiser tirar
“na marra”.

De primeira; o que se tem a fazer é
isolá-lo. Como? Para isto é preciso não se importunar mais com ele (e não
deixá-lo importunar). É difícil; pois mais que um pensamento ele vem
acompanhado de sentimento.

Assim como vida consiste em movimento; o
movimento em todo o Universo é provocado desde a indução de mínimíssimas
pontinhas-energia que se respondem entre si até ao extraordinário e ao
maravilhoso flerte de enamorados. A indução é
primordialmente o sentimento que encilha a comunicação
entre existências e, promove a vida.

Isso
aqui não comporta crença. É um dado reflectivo exaustivamente estudado e comprovado
que varre as dúvidas desde simples inferências até à magistralidade de
postulados; conferidos no âmbito de física de partículas de altas energias  e rigoroso atestamento dos fenômenos da
Natureza.

Muito bem.

Quando enfiaram em tudo quanto é lugar
imagens e sinais de fantasias e estúpidas e falsas verdades, entupiram nosso
âmbito psicológico de temores e pavores; e nos incutiram dependência, demência,
tirania e escravidão. E passamos a ver a poesia da Natureza por olhos
enganados, embassados, cheios de dores retidas, e desgostos escondidos. Tornamo-nos
recalcados, invejosos de felicidades efêmeras de um e outro que tenha provado
um tantinho de algum sabor nessa confusa caganeira de vida que os
auto-intitulados “intermediadores” de crassas mentiras nos impingiram.

Como nos livrar desses desassossegos na
mente? Porque toda nossa reprimida e sofrível educação nos é forçada a não nos
livrarmos do tentáculo aterrador imposto por todo lado e à espera que a
qualquer momento caiamos de vez como fanáticos em suas hodientas garras. Como
não nos vendermos por interesses mesquinhos que nos faz ir à busca de outros
que sucumbam à nossa falta de tutano para encarar as dificuldades que nos
impuseram? Como não acabar caindo no próprio laço dos que nos desgraçam?

Esse
contexto tem duas referências interessantes: uma está no filme A Vida de
Francis Farner; se alguém tiver a chance de encontrar uma unicazinha cópia
deste livro saberá nitidamente tudo o que se está dizendo aqui; e a outra
consta no filme Violência da Inocência; exibido pela Globo anos atrás, é
preciso que tenhamos sorte de não ver uma reapresentação não redublada com a
“linha” da censura “divina” que tá aí sobre a Arte, a Música, e agora de novo
até DENTRO das escolas; de tanto e tanto que fizemos (Another Brick On The Wall
– Pink Floyd e levantes nos Anos 80) para terminar com isso ).

É exatamente o sentimento, o que já está
em nós, o que vem de nós, que torna um determinado pensamento um
empecilho.  Um pensamento que vem de fora
só nos magoará com prejuízo para nossa postura mental se nós o vestirmos com
sentimento, e com sentimento nos lembrarmos dele.  Assim como colhemos um cachorro vestindo-o
com aparência humana e nos distanciamos e mascaramos nossos afetos autênticos para
com as pessoas, passando a “usar” emocionalmente os cães e sentindo engulhos de
crianças maltrapilhas (que servem bem para poses de corruptos em ganâncias de
eleições), distanciando-nos delas e amainando nossa dependurada preguiça e
falência emocional com esmolas e berros em igrejas, e outros conluios
infestados das desprezíveis, cerceadoras, e “disciplinadoras” fofocas.

Estamos então vivendo nossa vida e nos
vemos acometidos por um empecilho que nos incomoda por demais, infiltrando-se
em nossos momentos.  Quando isso ocorrer
não se aborreça. Não dê conta de sentimento a ele. Você pode se aborrecer
achando que não consegue, pela insistência de ficar cada vez que você tenta
dele se livrar; mas não se aborreça, não se dê ao trabalho de querer confirmar
que ele se foi (isso é muito importante), deixe-o. Este é o final do empecilho.
Sua mente o evaporará e se tornará límpida. Estará assim fácil pra você bem
mais feliz.

Você também pode fazer um tantinho mais
assim:

Visualize uma árvore, passe para uma
cena agradável, de preferência sem ninguém para o empecilho não endossar-se com
outros sentimentos.  Há tantas coisas
boas para pensar que a contrariedade vai perder o pique. Você é uma
consciência, qualquer pensamento que quiser sobrepujar você está sob sua
vontade. Você manda em seus pensamentos. Na realidade, é o lugar que você, só
você pode e manda.

E,

Abra os seus olhos com vontade,

Olhe a paisagem,

Veja que você fica bem com ela, sem
contrariedades que afastam você da vida que está nela.

Quantas vezes você já viu, e ficou
assistindo, deitado(a) no solo, a revolução das nuvens branquíssimas lá em
cima?

Ame a vida, a paisagem. Ame e cuide de
você.

É o que podia lhe dizer.

Se
você tivesse passado da infância à extensos dias de sua vida adulta a lidar com
empecilhos terríveis provenientes de trairagem, perseguição, ingratidão,
calúnia, mentiras deslavadas, violência, usurpação, etc; saberia que esse toque
é essencialmente útil.

Haddammann Veron Sinn-Klyss

Continue a ver os outros posts; role a barra de rolagem. Mas o teor dos textos é muito para se pensar; um só já tá bom para um dia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 

 

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Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
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