Passe-nos Sua (consciência) Vida, Entregue-nos (o controle de) seu dinheiro.

Passe-nos Sua (consciência) Vida,
Entregue-nos (o controle de) seu dinheiro.

 

Instados a todo momento pela
rebeldia social em iminência de transformação, em abandono dum “formato”
arcaico, nocivo, os reinadores
do Sistema (repetidamente destruidor, como toda a história humana comprova) se
viram ante a INUTILIDADE de suas fantasias inventadas, que foram impostas
forçosamente até nós (desde que o ser humano depois de  instituir-se em polis implantou o vírus da
mentira, logo que o método de troca genuinamente mérito-capitalista moldou por
comodidade a moeda, o dinheiro), desde que calcaram as mordomias e parasitismo por
séculos, com insanas guerras, por gana em submissão psicológica e gana em nosso
dinheiro (em nossos méritos).

 

Quando a claridade campeã da civilidade
humana despontou irrompendo vividamente nos anos 80, os parasitas de nossa
espécie saíram de suas tocas enrustidas disseminando uma nova cruzada de
mentiras, assassinatos, e perseguições, insuflando insanas violências,
separando pessoas de seus afetos, e amizades genuínas; disseminando o ódio
social, e fazendo-se “importantes” com seus fajutos arremedos plagiados de
“pop-stars”.

 

Os canalhas e seus asseclas
postados em cargos usurpados dependurando-se em interesses e favores viscosos
como o silvo peguento de suas línguas podres, dissimuladas, e aduladoras
tomaram à sorrelfa a Sociedade, e distraíram-nos, disfarçando o Terror que nos
impunham com um mêdo inventado por eles mesmos para nos ludibriarem com o
volume verminoso do coacervado de “marrentos” e “nojentos” que espalharam por
nossas cidades (que misturaram em nossos esportes, enfiaram em nossas escolas,
acabaram com nossos clubes, mancharam nossas músicas, amordaçaram nossa imprensa)
para nos vigiarem, cercando-nos em uma imensa senzala-mista.

 

Usaram todos os impensáveis
subterfúgios e canais para nos submeter à escravidão social em mega escala, e
com o “formato” de “protetores” de famílias fizeram-nos endossar com nossos
próprios pés e mãos suas poses de tuteladores de nossas vidas.

 

Como? Como fizeram isso?!

 

Pediam-nos a alma
(significado conceitual primitivo desse termo: virgem ingenuidade), e
viram que já não nos dispúnhamos mais a nos enganar por esse engodo; então,
como aventurávamos rumo à nossa liberdade psicológica, impuseram o em(bush)te
de vigiadores de nossa segurança, e prenderam, e tomaram não mais apenas nossas
“almas” (nossa ingenuidade civil), mas nosso dinheiro na nossa cara, e
“formataram” o cárcere mercantil. Tomaram-se de “donos” de nosso viver, de
nossas alegrias, de nossa liberdade, de nossos sentimentos, de nossos
conceitos, de nossos princípios, destroçaram nossos escrúpulos (com todas as
armas que puderam dispor), disseram-nos por fim, sem a mínima cerimônia,
deslavadamente, na nossa face lívida e estupefacta: “Entregue-nos sua
consciência, passe-nos seu dinheiro”.

 

Tomaram à força nossa livre
mentalidade; e disseram: “É nosso tudo que produzem, é nosso o seu dinheiro,
suas competências e seus valores).

 

Nesse instantezinho se mostra o
último estertor da avidez dos canalhas; não se dão conta do verdadeiro poder
civil de nossa civilização; que nunca submeteu seu valor a nenhuma sordidez
insana de nenhuma confraria, por mais soberba, “tremenda”, “abençoada”,
“gamada”, “santificada”, covarde que fosse.

 

A plena sabedoria pondera …
mais que um Exército, a consonância com a Natureza é suficiente para deflagar o
insubmetível brio civil, e irromper sobre tudo isso … o brio humano está
tinindo em defesa da preservação da Vida e da Terra.

 

É hora do DESENLACE.

 

Haddammann Veron Sinn-Klyss

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Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
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