A Importância da Femina

A Transmissão do Porte Psíquico da Especie Humana.



A Importância da Femina




Qualquer que seja a espécie de vida, houve a sua primeira forma. Pensando sobre o ser humano, cabe perguntar:


Quando (em que momento) desde a primeiríssima forma de existência até a
que originou o espécime humano atual apresentou-se a dualidade sexual
(vindo a constituir a Natureza duas formas do mesmo ser)? A receptora
(a forma feminina) e o reposicionador (a forma masculina).


Com certeza, desde aí, uns dessa espécie terão aberto o privilégio
desse modo de existir. E então, por ação do ambiente, adquiriram também
características condizentes com a exigência da necessidade que o âmbito
lhes impunha.


Assim, muito, muito depois, já mais pra perto, depois dos primatas:
altura, expressão da fala ( qualidade fonética, padrão fonético), cor,
tornaram-se na Terra expressões de uma espécie (expressaram-se em raças
e tipos).


TUDO implica na conformação duma forma: a temperatura, luminosidade,
umidade, a inclinação magnética sobre as coordenadas (geográficas), a
variância da gravidade; tudo implica para haver lá o veneziano, ali o
paraense, acolá o australiano, e mais p’ra lá o chinês. Tudo é lindo,
às vezes esquisito, e muito contrastante. Tudo inspira, tudo induz (o
abstrato, o concreto), e mostra as linhas conceituais do processo
criativo.


As formas da criatividade da Natureza reservam em si os segredos de sua
continuidade. Desde lá, dos primeiros seres, as impressões permanecem
nos (e adaptam os) genes.


MAS … UMA OUTRA é a maneira de o ser (a conformação humana), com
porte da consciência, passar a mentalidade, passar o aporte da
consciência. E essa maneira é extraordinária.


No ápice da evolução duma forma, quando ela atinge o auge de ver-se a
si mesma (a consciência-reflexiva); aí é que a dualidade funcional da
separação em duas formas dum ser de uma espécie se configura em algo de
explêndida beleza; por que envolto nisso se apresenta também a versão
dos fenômenos constituintes do movimento (das formas puntuais
nucleares): O Sentimento, ou, as multíplices nuances de sentimentos que
acompanham e são inerentes ao ser consciente como suporte à sua
complexa e maravilhosa constituição (a formação mental implica todo o
corpo, o cérebro é o processador das interações dos fenômenos do ser
vivo, do organismo).


É algo tão maravilhoso e magistral quanto existir duas formas de mesma
espécie que se procuram (para atar-se). Porque no período de gestação
do ser consciente não só o edifício físico é feito, mas o psíquico
também. Durante a formação da engenharia pensante, uma mente serve suas
impressões para que outra nasça. O cordão umbilical não nutre só
sangue, ele absorve tanto quanto o organismo, e o ser integrado no
ambiente da mãe absorve também transmissões de induções da conformação
genitora; que serve, compartilha, e depois separa.


É a Femina que transmite o psiquismo da espécie. Por um dado momento
sua mentalidade e a do filho é uma só, até que formada, a mente do
filho passa a ter impressões próprias; mas antes, quando o arcabouço
está sendo feito, é a mente da femina que passa as impressões psíquicas
(o abstrato, as instruções dos “sentimentos” em preceptores neuronais)
que vão constituir a mente que vai continuar. É a preservação da
mentalidade da espécie. Todos somos preparados assim. E a preservação
da matriz de entendimento de nossa espécie está aí ( por isso o menino
entende matemática, e a menina lê códigos, tão bem quanto o que está
envergado de diplomas); como também a qualidade, o teor psíquico, a
performance adquirida em todo o contexto que a femina está inserida
também. É certo que atenções singulares para dadas informações podem
gerar um talento no filho, como é certo também que a emoção, a
impressão emotiva, comanda isso.


Muito bem. A responsabilidade de cada um com o que é somado socialmente
dá a todos nós uma postura de auto-juízes; e faz com que possamos ter
perspectiva de futuro promissor ou não. Portanto, a qualidade da
delicada e acentuada representatividade da femina exige de nós imensa
responsabilidade sobre o que as induz numa geração. Se forem insólitas,
insossas, dessaboridas, cegadas, manobradas, tudo só nos trará um
desenlace triste, sofrível e regressivo. Mulheres não são para uso. São
para amor.


Voltando lá, ao início que começamos, sobre a bi-partição da forma: até
a inferência cognitiva dos sábios elaborou um modelo sobre esse
assunto. É onde os aborígenes (com suas lendas), os orientais, e
provavelmente todos rumores e figuras literárias dos povos, todos
concordam.


E sobre a questão de a femina portar a provisão, o suporte psíquico a
ser transmitido é que todos os líderes se embaraçam sem saber explicar
a origem de suas normas sociais de procriação. Contudo, caberia lembrar
que, muitas vezes independe das imposições sociais as viabilidades da
Natureza, porque as qualidades conceituais dum judeu, ou dum
brasileiro, ou chinês, ou grego, etc; podem surgir onde não se espera,
assim como também um filho pode ser a expressa aprovação de uma norma
familiar ou não. Quando a evolução está agindo quase ninguém sabe.
Ainda mais se um da espécie é a pedra do estilingue.


Mas algo nisso tudo muito inquieta, é o teor das impressões
generalizadas socialmente. Correndo daqui para ali muitos, quase todos,
sequer imaginam que suas vaidades e ansiedades, mediocridades ou
soberbas, estão significando um sim ou um não para que a Natureza
sentencie suas pressuposições. A Natureza tem seus caprichos (aquilo
que em linhas conceituais é-nos às vezes incompreensível).






Haddammann Veron Sinn-Klyss
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Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
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