O Dossiê Haddammann Parte 4

O Dossiê Haddammann – Parte 4.

Escrito em 1º. de janeiro de 2009, onde o mar bate as ondas sob um sol inclemente, em meio a um ambiente rude e selvático, onde brota água do rochedo e dos pedregulhos, no ingurstado Grotão do Grumari; onde a Natureza lembra as notas de fúria de Axl Rose (cantor)e o silêncio dos treinos de Van Damme(ator).

 

Vão pagar o que fizeram …

 

“Trocaram nossa reflexão por embassamento, alteraram cada uma de nossas informações ingenes, informações indúbias de nossos instintos, e nos deixaram como cardos com um monte de espinhos furando-nos uns aos outros.”

fonte: um andarilho chamado Athan, quando sentado num pedregulho admirando do alto da montanha a beleza de Angra dos Reis, em 1998.

 

De repente descobrimos que nos empurraram para o que não funciona; que exploram nossas vaidades, que exploram nossos sentimentos; descobrimos que nunca fomos nem sequer mais ou menos livres;  e nos aborrecemos muito porque já levaram de nós bens queridos, levaram-nos sonhos, quebraram-nos sentimentos.

 

O fato é que gostamos de nossa vaidade; nós gostamos mesmo de mostrar coisas que achamos, que conseguimos; é algo próprio do nosso compartilhar do viver; mas os pulhas notaram isso, e “trabalharam” isso para que socialmente fôssemos viciados nisso; e nos entristecemos, e às vezes nos revoltamos até à fúria; quando a consciência nos declara o que fizeram conosco.

 

Nós gostamos de andar, não somos pedras, nem árvores; nós realmente gostamos de andar; mas até isso já chegaram a nos prender em tal “formato”, que precisou-se dizer-nos que precisávamos andar, e teve-se até que nos convencer que isso era bom. O quanto nos prejudicaram? O quanto nos esmagaçaram social, pessoal, e psicologicamente?

 

Fardos encurvaram nossa coluna, interesses corromperam nossa dignidade e altruísmo; ritos escravizadores enfeiaram nossas faces, e por causa da repetição deles nos descuidamos de nosso viver; nos desleixamos e torcemos nossos pés, aleijamos nossas mãos, deixamos nossos prédios ficarem carcomidos, descuidamos de nós mesmos, de nossos queridos, mascararam nossos afetos, nos tornaram babás de cachorros, e nos fizeram gastar dias sem tempo, a ornar casas inventadas como “divinas”; e usaram nossas vocações para fazerem mérito pra eles.  Negamos atenção aos nossos amigos para nos tornarmos escravos de parasitas, para suprirmos de camas arrumadinhas, e mesas cheias, verdadeiros vagabundos. Deixamos de ter nossas casas, e não conseguimos às vezes nem sequer tê-las, como queríamos, para darmos mansões, colossos, a pulhas, que nos tornaram desgraçados, cuidando religiosamente das casaronas deles, que nos convenceram que diariamente teríamos de cuidar (pra eles), e nos disseram que aquele usurpado conforto era prestação de obrigação para um estúpido dever “divino”.  Mataram-nos em nossas vidas, devagar, e nos pediram também nossos filhos, e nós os demos, como tolos, pra eles.

 

E agora?  O que vamos fazer? Se nos convenceram que precisamos do que nos prejudica?

 

Igrejas (e religião) é veneno pra crianças, arapuca pra adolescentes. É destruição de qualquer tipo de convívio salutar. É impregnação de interesses, fomentação de hipocrisia.  Religião transforma seres humanos em bichos nocivos.  Faz-nos  calcar num arremêdo de verdade, num manual de embustes, falcatruas e desordem civil.  É o tutelamento da liberdade social por máfias de inescrupulosos, ladrões, parasitas.

 

COMO AGEM QUANDO CHEGAM AO CÚMULO DA DESFAÇATEZ?

 

Tomam as iniciativas do Comércio, e as laçam com favores a impostores e usurpadores. Usam agora a “transparência” de via única, rotulada como “ética”: “Não viu, não escutou, não sabe de nada”; “Desminta tudo, desinforme tudo”.  (Somos instados em tudo que é canto, a nos separarmos do altruísmo de não sermos escravos vendidos à falta de escrúpulo para sobrevivermos).  E o Comércio vai passando pras mãos dos Mandantes Religiosos; e revoltamos-nos vendo a seiva da Sociedade apodrecer vertiginosamente, ao vermos atos individuais serem somados a um espúrio conchavo que assegura esse descalabro; e os pulhas irrompem pra dentro das salas de educação, para perverter e minar em tempo prematuro a vivacidade das garotas e garotos, e injetar na força de transformação da nova geração o vírus da mesmice passiva, da alienação, da boçalidade eufórica, para conseguirem o atestamento das falações nocivas, para perpetuarem as escoras da pulhice degeneradora do vigor cívico e da vida.  Atormentam-nos continuamente com entraves em tudo, e preparam sítios e sítios de guerras, para que estando aturdidos, desesperados, não tenhamos sossego para exercermos reflexão, e vermos o quanto somos ludibriados e o quanto nos fazem mantenedores de suas canalhas trapaças, com que repetidamente desgraçam a Sociedade e a espécie humana.

 

A Europa começa a se livrar vividamente dessa covardia; começa uma aurora de esperança e liberdade para os seres humanos de Séc. XXI.

 

 

 

 

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Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
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