Falando sobre Tipo de Coisa

 

Citação

Tipo de Coisa

O Tipo de Coisa.

 

Crise Salva-Bancos, abrupta, repentina, e os bilhões aparecem à vista de todos; e nos longínquos pastos os bucéfalos de costas e testas marcadas enchem os senzalões com bandejão a 1 Real: agricultores, cientistas, professores sempre ferrados vão capengando e arrastando seus trabalhos; e mais um novíssimo e inédito pedido de sacrifício expande a comovente Ditadura da Sócio-Divina Transparência Nazi-Teo-Pulhitica do Lula/Bush/Osbama/Macedos&Malafaias Limited; o delírio do novo reino dos hitlers abençoados; com espreitas e medos sistematicamente reforçados, todos vigiando todos entre frestas, censuras, capatazes, compradores de gente, extorsores da paz,  benfazejos tuteladores de famílias, etc.

 

Olá Israel! Novo Começo! Vamos brincar de Guerra? Claro que sim, os irmãos monges gostam tanto disso! E nos bairros que vamos fazer?  A gente bota uns bandoleiros pra tocar o terror nos bairros, enche de capatazes pra nos dar conta de tudo, até de quem tá fazendo sexo com quem, e vamos aumentar também o número de prostíbulos divinos de corrupção e muita loja de estética canina pros descacetados projetarem suas feiúras e preguiçosas futilidades e ajudarem a emporcalhar as cidades, pra terem também que reclamar sobre si mesmos e tirar um pouco a culpa do nosso consórcio.

 

Na mesa dos “escolhidinhos” o lixo da psicologia sórdida frutifica seus efeitos:

“Papai entra às 07:00 e sai às 07:45, numa semana de 5 dias em que só trabalha 3”.  Nesta frase está a diferença entre ação e discurso oco, que distingue um  Kadafi de um Barak.  Um povo que reza por um chefe que mande neles tem diferença de expressão no líder que expressa a ponderação dum povo a que ele serve.

 

A frase dita sem nenhum acanhamento num almoço entre dois rapazes e uma moça; ao lado de várias pessoas.  Um show particular de um status decaído, espetáculo num momento deprimente de uma geração bitolada à força por uma educação corroída.  Caberia perfeitamente cruzar o tempo de Renatos Russos que anteviram tais cúmulos de comportamento, e caber ver que sem dúvida um Cazuza-garoto perguntaria: Pô, na boa, teu pai mataria minha irmãzinha, se ela precisasse dele durante o dia. Talvez, pelo menos, uma raspa de brio poderia esquentar um pouquinho a cara do arremedo mimado de fihlinho-de-papai. Isso se num lapso, ou numa viagem descuidada,  uma Pitty, ou Jurão,  não virasse  essa mesa descompromissada com esses crachás  escrachados e favorecidos.

 

O  diálogo dos divinizados se processa:

“Acabar com governos não dá! Então vamos ludibriar e transformar as democriacias em reino, na lata deles.”  Mas COMO? MÍDIA SEU PATETA! IGREJAS SEU PARVO! Quer armas melhores do que essas? Tem cheiro ruim, mas o vício camufla. Tem gosto ruim, mas o bêbado delira.  Só dói em quem se mexe.

 

E o esquisito conluio do consórcio escora-se entre si:

“Obama pledges to honor ‘sacred trust’ with country’s veterans” … In other words, in Brazil …The covenant: God is Faithful.

 

A crise abrupta esconde com o SACRIFÍCIO o irremediável Tribunal Internacional, e o pigmento de pele transforma magicamente o avêsso do nojo à subserviência em culto à pobreza. A decadência psicológica cerca por todos os lados uma nação altiva que arrasta lentamente a Democracia para um reino desolado, medíocre, com delírio feudal.

 

E a mais profunda falta de escrúpulo do Prelado do Terror funciona assim:

 

Não há indivíduo mais cético do que o crente. Ele é mais cético que o ateu. Porque o ateu ainda depende de não crer.  Na pior das hipóteses ele ainda tem um resquício de escrúpulo. Já o crente tem absoluta certeza de que Deus (a divindade) não existe.  E tira proveito disso.  Acaba o ateu sendo o burro.  Porque o crente pode fazer qualquer coisa e pode contar com qualquer desculpa que puder inventar, e por fim, ainda tem o diabo (o costa-larga maléfico) para jogar  qualquer culpa.

 

Portanto, num mundo assim, a religião desse dissimulado formato é a mais disseminadora força de escora para a sobrevivência da estelionatária incapacidade da esperteza, ou, da violenta, covarde, e fraudulenta vigarice do incompetente.

 

Daí que todos os crentes mentem e têm a vantagem do conluio da mentira sobre qualquer coisa; e se respaldam no depois, em que é só pedir desculpa ou perdão; como toda a Sociedade sabe que o de indolezinha perniciosa imerso na educação formatada de doutrina sempre diz: “Foi de mentirinha’.

 

Crença implica a anuência a qualquer coisa; se outro disser que é tal e tal, e só e apenas gostar-se disso, monta-se acordo.  Seja lá o que for que vier daquilo, nenhum pode acusar o outro. Neste fato, de foro plural, reside o direito de crença, que vem do direito de intuição (inferência, fé) inalienável ao ser humano, de arbítrio intimo  e intransferível por coação, e é pela pluralidade da crença que vem a subversão da religião, por imposição de força de doutrinamento; e disso vem o aviltamento do viver civil e do direito, e a transformação da política em pulhítica; que remonta no tempo ao primórido da Sociedade, quando o homem assentiu por esperteza à hipocrisia, e instaurou a mentira como norma, ditames e ritos, para que as trocas de competência fossem subvertidas e a Sociedade viesse a fornecer vantagens para alguns e não proveito para todos; o que significa Usurpação no lugar do mérito; trabalho árduo no lugar de exercício e atividade por/do talento; surgindo a vergonha pelas funções distintas, ao invés da cordialidade e individualidade altaneira pela vocação.

 

Por conseguinte, a crença permitiu ao homem mil articulações e isenção da reflexão.  E sofisticou-se por imposição do medo, da traição, do perjúrio.

 

Hoje então, compete nos revermos para termos noção de que:

 

 A anteposição de nossos instintos, nosso senso de momento, nossa intuição, e liberdade, sempre será nosso propósito de defesa, jamais subverteremos nosso ser, para vivermos nesta Terra como lacaios, escravos, doutrinados como fantoches, para enriquecer espertos.  Sabemos os reveses do câmbio,  fluxo das trocas,  os limites do escrúpulo,  os parâmetros  de ação, dos sentimentos . e aprovamos a cordialidade.  Somos seres humanos do Séc. XXI..

 

Haddammann Veron Sinn-Klyss

terça-feira, 11 de novembro de 2008

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Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
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