Falando sobre O Empecilho da Ignorância Religiosa sobre a Ciência

 

Citação

O Empecilho da Ignorância Religiosa sobre a Ciência

O Empecilho da Ignorância Religiosa sobre a Ciência.

 

 Aos poucos fico cada vez mais estupefacto ao descobrir que enquanto desenvolvia um trabalho importante pra nós seres humanos, elementos destituídos de escrúpulo já "vigiavam" e "censuravam" enunciados   valiosíssimos nele expostos, sem que eu me desse conta.  

Nunca, nunca, poderia imaginar que a clareza trazida por conhecimentos ficava à mercê da estupidez religiosa.

Nunca poderia imaginar que quando vamos contentes aos lugares apresentar descobertas valiosas para nossa Sociedade voltamos ou ficamos estarrecidos com a idiotice, canalhice, e falta de escrúpulo da religião.

Esse é o enfoque. Agora, agorinha mesmo, depois de tanto estar espizucado onde de modo algum deveria, depois de ser recebido com risos e tapinhas nas costas, depois de ver narizes dissimulados, preconceituosos, torcidos; me vejo de cara com inenarráveis porquês de tantos entraves, tanta perseguição, no que contente e com sucesso eu fazia.

Sem querer(vejo), lá está na Internet, a psicologia de desmanche dos religiosos, subvertendo o Segundo Princípío da Termodinâmica.

Já havia me dado conta que de repente o enunciado mais claro possível do Segundo Princípio da Termodinâmica proposto por Carnot aparecia recentemente meio que embolado em outras proposições; e pior, o fato é que o enunciado mesmo de Carnot já não se encontra tão facilmente disponível na Internet (agora, neste exato momento) e talvez possivelmente já seja assim também nos livros.

O QUE ISTO SIGNIFICA? Significa que uma censura (e uma intenção de "formatar" ignominiosamente o conhecimento) pior que todas as que poderíamos imaginar está de volta, e subrepticiamente dissimulada, e nociva como um vírus parasita; degenerando o salutar vigor e vocação investigativa de nossa espécie; por conseguinte nossa mentalidade.

O que vou dizer aqui exclusivamente neste parágrafo é extremamente complicado, mas conto com a reflexão humana dos que prezam uma mentalidade límpida e bem-disposta para proceder uma ponderação: Quando quiseram "formatar" a aceitação civil da continuidade da pobreza ergueram um moeirão chamado Aristóteles, que distorceu os claros pensamentos filosóficos de Leucipo e Platão (é preciso dispor de fontes seguras para entender isso). Se notarem bem, nesta questão (desta frase), está a precedência da inferência intuitiva sobre o que se vê e, sobre o que se "pensa" ver, decorrente de uma experiência de nossos sentidos ou de nossa especulação experimentativa. Outro pensador com intuito de promover um consenso civil e disposto à confronto revolucionador foi o possível judeu (que por tradução mais correta deveria ser) Jahés (e não Ieshu/Jesus). Usaram o mesmo pensamento "formatado" pelo Sistema-Aristóteles para distorcer o que por coerência(dentro do contexto verbal atribuído à esse pensador) ele teria dito. Nunca um pensador revolucionário, por Fé intima na atitude humana de encontrar a verdade para progredir, diria que "sempre teríamos os pobres conosco"; isto pelo que se atribui à representatividade que fazem dele é absurdo, e pela mesma intuição (ou inferência de pensador por ofício) é incoerente com a determinação humana, no seu firme viver civil; pois não somos propostos à pobreza nem como indivíduos, nem como Sociedade; aliás a Sociedade foi coligida e bem-sucedida (apesar de tudo) por causa disso; pois é e foi pautada associativamente no servir colaborativo, e não, para refestelo de só alguns. Neste pormenor, desde aí, já se propunha as compensações por função, e, por conseguinte, ao mérito pela vocação; o que é em suma definição Meritocracia. Muito bem. Depois vem a subversão dos sofistas, que desandaram de vez (ou intentaram contra) com a confiança dos investigadores nas premissas, nas inferências (na intuição humana); pois foi isso é que foi impingido na Filosofia, derrubar a epistemologia; deixar o ser humano sem chão e sem expectativa psicológica dum viver seguro. Depois disso, com a renascença, vieram mais assassinatos (feitos pelos sórdidos credenciamentos dos "intermédiários" de divindades) e os extermínios sobre todos os que quiséssemos que saíssemos do obscurantismo; e todos pagamos o preço da ignorância e desfaçatez dos opressores religiosos.

Agora é que chegamos ao Segundo Princípio da Termodinâmica.

E vemos aí a estupidez do vírus psicológico religioso tentar jogar a Ciência contra si mesma. Mas a Natureza tem um capricho extraordinário. Nós não nascemos de chocadeira, nem brotamos em troncos de árvores. Temos vaidades supérfluas sim, e arrogâncias descomedidas também; mas uma vaidade é consistente: Nascemos por diretrizes muito bem coordenadas; otimamente justificadas entre si; e refletimos mesmo a maravilha de estar mínimamente seguros num ajuste de volume, temperatura e pressão; nesse nosso Universo.

Nunca, e de modo algum, o 2o. Princípio da Termodinâmica combate contra a Evolução. Como é o enunciado desse Princípio pela Lógica Espacial?

Só é possível modificar um estágio/estado de uma fonte de comportamento num sistema pela introdução de uma outra fonte de comportamento.

Pois bem. É aqui que vamos deixar bastante claro que pela Lógica Espacial é mais do que corroborada. A primeira coisa que devemos notar e notabilizar é a INDUÇÃO entre menções-energia.

A Indução é um fenômeno expressivo por um par de menções espaciais, que, por afastarem-se ou aproximarem-se como resposta à diferenciação em espécie(s), pode ser nomeado de par-energia.

A Lógica Espacial se define como as conduções ao/do Movimento, i.é, o que favorece o Movimento e o que efetiva o Movimento.
Apresenta-se então inevitavelmente como epistemologia em lógica nuclear.
Neste conhecimento está a definição de hífen-energia ou par-energia.

Definição epistemológica de par-energia:

par-energia é uma diretriz que se abre tendendo indefinidamente em reta suscitando a idéia de Infinito.
par-energia é uma diretriz que se fecha unidirecionalmente vindo indefinidamente do Infinito, tendendo a um encontro que suscita a idéia de ponto e reta.

O par-energia é a expressão de duas menções(existenciais) que respondem-se uma à outra com ação de aproximação ou afastamento; que ao se comportar conseguinte à tendência ao Movimento constituem-se/efetivam-se como energia (potencial ou cinética).

O par-energia é o fenômeno que expressa a inércia em dois estados: o potencial, pelo par que efetiva atração entre si, sendo propenso à junção (ou, estar proposto junto); e o cinético, pelo par que efetiva expulsão entre si, sendo propenso à separação (ou, estar proposto separando-se).

Esta definição apesar de ser bastante elucidativa implica , entre outras atinências lógico-espaciais, a questão do teor constitutivo da menção existencial, que a torna um co-ponto (que a faz ser vista como energia) por responder-se com outra menção, ao expressar-se como par-indutor; ou seja; prontificando ação, uma ação dual, postulando o Movimento pelo que é: Separação e Ajuntamento. E, incide por contingência do teor haver espécie; o ser o Espaço-Existencial diferenciado em espécie(s) puntuais. Estabelecendo exigências lógico-abstratas não-mensuráveis, as mensuráveis, e exigências lógicas de comportamento, para favorecer coordenação, e feedbacks de sistemas operacionais que estabelecem a Natureza.

Esta definição apesar de ser bastante elucidativa implica , entre outras atinências lógico-espaciais, a questão do teor constitutivo da menção existencial, que a torna um co-ponto (que a faz ser vista como energia) por responder-se com outra menção, ao expressar-se como par-indutor; ou seja; prontificando ação, uma ação dual, postulando o Movimento pelo que é: Separação e Ajuntamento. E, incide por contingência do teor haver espécie; o ser o Espaço-Existencial diferenciado em espécie(s) puntuais. Estabelecendo exigências lógico-abstratas não-mensuráveis, as mensuráveis, e exigências lógicas de comportamento, para favorecer coordenação, e feedbacks de sistemas operacionais que estabelecem a Natureza.

Decorrente disso o que se tem por consequência é a disposição das atrações e expulsões entre si, do que se obtém por introdução num sistema isolado a interação de duas fontes de comportamento; utilizando, claro, hífens-energia (correlacionados com o que se tem já descobertos como menções quânticas de ultimativa ordem). Ao fazer isso, é demonstrado vetorialmente que um dos estados apresenta alteração, configurando resistência, e o outro aceleração, e o efeito final do trabalho gera uma forma bidimensional.

 

É como que uma genética cósmica.

 

Do que se depreende logo uma utilidade dessa enunciação toda: Calor é indução de comportamento.

E essa Influência entre as menções-espaciais-existenciais: Indução de Movimento.

 

Sinto muito; mas como já disse num post na Internet: A Mentira Acabou. Estamos no Século XXI, é inevitável o espetáculo dos estouros e das luzes, nova claridade com novos matizes fulgura no alvorecer.

 

O ser humano tem em mãos os recursos conceituais para “criar” matéria, ou seja, alcançou as diretrizes que fazem organizar a energia. Não há como abafar isto. É poder e solução. Completamente incompatível com religião, pois requer escrúpulo para com a espécie humana, tanto no que concerne ao aporte cognitivo ao ser vivo que reflete, quanto ao que remete à nossa Sociedade conjunturalmente.

Diretrizes, leis, e princípios, são distinta e rigorosamente definidos, com epistemologia que evolui da conceituação de Leucipo, Euclides, Galileu, Newton, Carnot, Bohr, Feynman, etc.

O ESPAÇO-MOVIMENTO proposto por um padrão jamais antes visto, integra conceitualmente massa, carga, energia, força, apresentando as importâncias espaciais e funções que as versionam paradoxalmente no que se nomeia Lógica Espacial.

O Movimento é inexoravelmente demonstrado em rudimentar instância como Separação e/ou Ajuntamento. O ESPAÇO é postulado como uma Composição; em possibilidade primacial: uma Diversidade.

Os conceitos de Adição e Multiplicação são simplesmente expressos como fenômenos provenientes da própria expressividade espacial; em que o suporte lógico-espacial que tem a determinância de comparação faz as exigências (de distinção) Igualdade e Diferença.

Em sumária e inédita simplicidade a Adição é definida como operação que aproxima diferentes; e, Multiplicação como operação que faz junção de iguais. Apresentando-se com isso uma “instrução” metodológica da Natureza para o modo de menções-energia operarem, transformando o Âmbito Espacial.

A definição de hífen-energia aparece e desaparece da Internet, e foi massacrada, depois de estar confirmada como veracidade epistemológica.

Ao Pensador foi apresentada as alternativas de ostracismo, ou excentrismo, como um passe para andar pra lá e pra cá na Sociedade como um “diz-nada”; impedido de palestrar como fazia. Documentos comprobatórios foram ameaçados de serem “espremidos” por “notas” de repreensão e descrédito; e foram feitas ameaças veladas em “conselhos” de não procurar a mídia (para não ser destruído). Conselhos dados com reforços “éticos” se valeram de lendas e imagens religiosas para “parar” as argumentações sobre a Lógica Espacial, ou restringi-la ao sugadouro dos parasitas que oferecem migalhas (de mendigo mesmo) para que o Pensador sobreviva enjaulado profissional e socialmente, passando cada conceito novo à ávidas atenções, que desmerecem valiosas informações assim que são completa e irrefutavelmente descritas e demonstradas. O Pensador está “preso” à vista de todo mundo.

O terror da perseguição está até no modo que as postagens aparecem nos sites de buscas, está nas ruas, está nas salas de estudos já “precavidas” pelas máfias que impõem o obscurantismo em todas alas da Sociedade.

Não estou disposto a me “conformar” como Galileu, nem a me sujeitar como Mendel, nem a ser esquartejado como Hipátia, nem a ser alvo de espanques como o cientista que os Evangélicos expulsaram com família e tudo do lugar em que vivia por ter descoberto uma vacina; não estou disposto a viver continuamente uma vida desgraçada e perseguida como outras repetidas histórias com as de Renato Russo, Lennon,
Michael, etc; só porque pensei que seria felicidade encontrar o que melhorasse a vida dos seres humanos.

 
Haddammann Veron Sinn-Klyss

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Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
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