O Trabalho na Meritocracia

“Hannah Arendt – Sobre o labor e o trabalho (já que é 1 de Maio)” – Texto postado no Blog A Ver o Mundo.
Esta é uma das melhores e mais elucidativas postagens que já vi na Rede Bloguista; por isso também contribuí com  um resumo de um texto em prol das chances que despontam para instituirmos o Capitalismo Meritocrático.


Revendo o primeiro parágrafo da primeira parte do texto-comentário que postei lá, claramente depreendemos que o que se lê acerca daquele pensador, é que foi veemente contra religião, até com gestos e ações contundentes, e hoje mais do que nunca (se não tivesse mesmo sido uma fantasia inventada) estaria injustiçado o que teria dito; exatamente como todos os outros que deflagaram ruptura com a mentira (em que nos enfiamos e nos atolamos até à ponta do fio de cabelo – reveja A Canalhice Começou Assim – referência no contexto) e a falácia que sustentava e sustenta vagabundos parasitas que drenam (e agora novamente plagiam deslavadamente nos ninhos e  textos nocivos deles) a seiva e o vigor civil em todos os povos.

Quando quiseram “formatar” a aceitação civil da continuidade da pobreza ergueram um moeirão chamado Aristóteles, que distorceu os claros pensamentos filosóficos de Leucipo e Platão (é preciso dispor de fontes seguras para entender isso).

Se notarem bem, nesta questão do trabalho mal-remunerado e/ou escravo, que tem respaldo na frase: “os pobres, sempre os tereis convosco”; está a precedência da inferência intuitiva sobre o que se vê e, sobre o que se “pensa” ver, decorrente de uma vivência conformada imposta à condição aos nossos sentidos ou de nossa especulação sem direito à alternativas experimentativas. Ditaram pela imagem do suposto “libertador-divino” a famígera frase com intuito de promover um consenso civil submisso.  O “herói-divino” disposto a confronto revolucionador,  o fictício judeu teria assim usado o mesmo pensamento “formatado” pelo ‘Sistema-Aristóteles’ para distorcer o que por coerência, dentro do contexto verbal a si atribuído como pensador-divino, que ele assentiria com a eterna “camada de pobreza”, dizendo: “os pobres, sempre os tereis convosco”. Nunca um pensador revolucionário, por Fé intima na atitude humana (de encontrar a verdade para progredir) diria que “sempre teríamos os pobres conosco”; isto pelo que se atribui à representatividade que fazem dele como “eterno-salvador” veste-o com uma carapuça de político-mandão-estúpido, é absurdo, ou seria absurdo. E pela mesma intuição (ou inferência de pensador por ofício) é incoerente com a determinação humana, no seu firme viver civil; pois não somos propostos à pobreza nem como indivíduos, nem como Sociedade; aliás, a Sociedade foi coligida e bem-sucedida (apesar de tudo) por causa disso; pois é e foi pautada associativamente no servir colaborativo, e não, para refestelo de só alguns.

 

Há que defendermos que uma valiosa contribuição duma mentalidade conquistada pelos povos do Médio Oriente reverteu num tremendo engano, servindo não para prover liberdade e consenso civil, mas para suster um conluio imenso de parasitas. Disso se dá a conclusão necessária  que é-nos propício extinguir a religião do seio da Sociedade Humana, dado que visivelmente é essa instituição a principal fomentadora da preguiça psico-biológica para se conseguir socialmente o indivíduo com propensão à característica de escravo, dado à hipocrisia, à condescendência consigo mesmo, ao escárnio ao estudo, à anulação de si mesmo, para que se possa através disso obter-se um molde retrógrado de uma cocheira, ou senzalas mistas (brancas, negras, de todos os matizes), num coacervado civil descabeçado, exaurindo com o sustento inconcebível de um imenso número de religiosos-parasitas (“mandantes, capatazes e lacaios”), os riquíssimos recursos das nações e da Terra (num equivocado “desenvolvimento sustentado”), enquanto somos mantidos com olhos perdidos em coisas vãs, sem sentido, pernósticas, que só têm o fito de assegurar o regalo dos parasitas.

Não se brinca com as leis da vida.  Portanto, temos sim, que mudar por Reflexão, não por guerra, e submissão, como os pulhas insistem (para uma mudança ao modo deles), e não com apatia silente como a que transformou povos lindos em flagelos superpopulosos em miséria.

De tudo que vimos aqui, podemos atinar que até escarnecemos de quem labora, mas esse dano psicológico que nos empurram como conduta cultural leviana faz aí nossas mãos caírem e nossos prédios ficarem carcomidos, feios, enquanto ao invés de estarmos vivos e cuidando-nos, ficamos sentadinhos escutando o encanto de promessas de riquezas, fazendo-nos tirar do nosso bolso o que seria pra o nosso proveito em nossas casas, em nossas cidades, em nossas idéias de construir, que nos estimula com nossos amigos.

Conclusão: Ao invés de termos higiene ambiental, bem-estar, e beleza, temos é esgoto insuportável em rios, sérias complicações físicas; ao invés de vermos o que de fato somos, seres belos, que têm por obrigação viver em cidades belíssimas em honra à vida e ao nosso Planeta.

Haddammann Veron Sinn-Klyss.

 

 

 

 

 

Anúncios

Sobre Sinn-Klyss

Precursor da Lógica Espacial - Autor e Instrutor da Cenografia-Show Passos da Natureza-Brasil. Autor do livro O ESPAÇO e a `Procedência do Movimento (sumido - tomado covarde e canalhamente por criminosos donos de religiões) - Autor do e-book Número-Primo--Arte & Natureza (Pela Simplicidade da Matémática). Pensador que conquistou para a espécie humana o Postulado do Par-Carga; a Ejeção de um hífen-energia (por conseguinte: O que é a Eletricidade); e que apresentou a explicação do que é a Gravidade demonstrando o fenômeno de Tolerância (a Influência neutra no teor dos pares-energia).
Esse post foi publicado em Notícias e política. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s